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COMUNICADOS

Janeiro 2017
Quercus considera que, por princípio, cada país deve assegurar a gestão dos resíduos que produz   As dúvidas sobre o processo de movimento transfronteiriço de resíduos sólidos urbanos, provenientes de Itália, foram finalmente esclarecidas pelas autoridades competentes que não encontraram qualquer ilegalidade no processo.   A Quercus considera que houve alguma especulação relativamente ao tema...
12 de Janeiro – Lisboa – Junto ao Consulado Espanhol     A Quercus vai estar presente amanhã, Quinta-feira, dia 12 de Janeiro, a partir das 18.00h, em frente ao Consulado Espanhol em Lisboa, na Manifestação Antinuclear, pelo encerramento da Central Nuclear de Almaraz. Da comitiva constarão vários dirigentes, sócios e voluntários de diversos Núcleos...
Governo deve rescindir os contratos celebrados com a Repsol/ Partex de acordo com o 61.º artigo do D.L. n.º 109/94, de 26 de Abril O Ministério da Economia informou esta semana, através de ofício dirigido ao Parlamento, que irá iniciar o processo de execução das cauções prestadas pelo consórcio Repsol/ Partex, no valor de 4.500.000€,...
Até 24 de março Roadshow MOCHE Dá Tudo by Projeto 80 arranca a 16 de janeiro em Aveiro Durante nove semanas, o roadshow vai visitar 36 escolas, nos 18 distritos nacionais Com sessões de boas práticas de sustentabilidade e estimulo ao empreendedorismo e associativismo que chegam a milhares de alunos   Nos próximos dias 16 e...
Em causa conversão ilegal para olival intensivo    A Quercus foi alertada recentemente para o arranque de dezenas de sobreiros junto do IC2, em terrenos da Quinta da Torre Bela, em Alcoentre, freguesia do concelho da Azambuja.   Foi efetuada uma visita ao local, onde se confirmou o abate de sobreiros dispersos, mas também num...

Há 10 anos a informar os consumidores portugueses toptenNuma altura em que comemora 10 anos de existência, o projeto Topten.pt – um dos mais duradouros entre os desenvolvidos pela Quercus – volta a disponibilizar a informação mais atualizada do mercado português no que respeita à eficiência energética. Na ferramenta online www.topten.pt, podem ser consultadas 14 categorias de produtos de uso quotidiano consumidores de energia. Nove destas categorias foram agora atualizadas com os mais recentes modelos colocados no mercado nacional, de modo a determinar os produtos com melhor desempenho energético em cada categoria. 9 categorias em destaque As nove categorias com atualização mais recente correspondem a: congeladores/arcas, aspiradores, frigoríficos, máquinas de lavar roupa, máquinas de lavar loiça, fornos, lâmpadas, máquinas de café e televisores. Nesta última categoria, é de destacar o reforço da exigência nos critérios aplicados, bem como a criação de uma nova subcategoria exclusivamente dedicada aos televisores de ultra definição (4K). Pela consulta dos ‘topten’ em cada categoria/subcategorias de produtos, o consumidor têm ao seu dispôr informação relevante para uma compra bem informada, nomeadamente a eletricidade e água (quando aplicável) que os aparelhos vão consumir e gastar ao longo do seu tempo de vida útil. Podem ainda, em qualquer categoria, fazer a comparação com um modelo menos eficiente, de modo a poder quantificar o potencial de poupança por investir num modelo semelhante, mas energeticamente mais eficiente. Novidades na conceção ecológica e rotulagem energética – Desde Dezembro 2016, todas as máquinas de lavar loiça têm que apresentar classe energética mínima de A+ (exceção para as máquinas com capacidade para 7 ou menos serviços de loiça, cuja classificação mínima é A). – Desde 1 Janeiro 2017, os novos modelos de televisores colocados no mercado têm que apresentar a etiqueta energética com a escala A++ a E. – Desde 1 Janeiro 2017, os novos modelos de aparelhos de ar condicionado colocados no mercado têm que apresentar a etiqueta energética com a escala A++ a E. Os aparelhos de ar condicionado e televisores têm tido uma progressão faseada do intervalo de classes de eficiência energética (pela introdução de classes mais eficientes e desaparecimento das menos eficientes). A próxima e última alteração ocorrerá em 2019 para o ar condicionado e em 2020 para os televisores. A União Europeia continua a alargar o número de categorias de produtos abrangidas por estes regulamentos, de forma a que os cidadãos tenham acesso a produtos energeticamente mais eficientes. Metodologia Os rankings dos produtos estão em constante atualização, sendo a seleção dos modelos feita a partir de um processo transparente e independente. São recolhidos dados dos modelos nos websites e catálogos dos fabricantes, complementados através da troca direta de informações com os mesmos. Os critérios aplicados são definidos a nível europeu, com base científica e legislativa, estando também disponíveis para consulta no site. A partir dessa base, são escolhidos os 10 melhores modelos à venda em Portugal para cada categoria, cujos dados são, sempre que possível, confirmados pelas respetivas marcas. Além da consulta da ferramenta online em www.topten.pt, o projeto conta também com o Selo ‘Líderes em eficiência energética’, que pode ser encontrado nas lojas físicas e online, bem como nos sites das marcas. Até agora, já aderiram a este selo – gratuito e voluntário – 50 fabricantes com modelos distinguidos pelo Topten.pt. O Topten.pt está inserido no projeto Topten Act, financiado pelo Programa-Quadro de Investigação e Inovação – H2020, da União Europeia, que reúne 17 parceiros de 16 países. topten uniao europeia Lisboa, 18 de janeiro de 2017 A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza [1] As 14 categorias disponíveis em Topten.pt são: aparelhos de ar condicionado; aspiradores; automóveis; congeladores e arcas; frigoríficos; fornos; impressoras; lâmpadas; monitores; máquinas de café; máquinas de lavar loiça; máquinas de lavar loiça; refrigeração profissional e televisores.

A preocupação com a situação da contaminação dos solos na obra de ampliação do Hospital da CUF Descobertas levou a que a Quercus solicitasse à Direção deste Hospital, enquanto Dono da Obra, a realização de “Análises de Avaliação à qualidade do ar exterior à obra, no que respeita ao parâmetro “hidrocarbonetos”, bem como um “Estudo de Amostragem...

Após a China anunciar o cancelamento de 100 novas centrais a carvão central chinaNa semana em que a China anuncia o cancelamento de 104 novas centrais a carvão, planeadas ou já em construção, e um reforço do investimento em energias renováveis, a Quercus apela novamente para o fim do uso do carvão antes de 2030 e uma maior aposta na eficiência energética e nas energias renováveis em Portugal. A produção de eletricidade a partir do carvão é a maior fonte de emissão de gases com efeito de estufa (GEE), responsáveis pelo aquecimento global. Uma central a carvão típica produz emissões de GEE equivalentes a 600 mil automóveis e tem um tempo de vida útil de 40 anos ou mais. A China é responsável por metade da queima de carvão em todo o mundo e o uso deste combustível fóssil ajudou o país a alcançar o estatuto de segunda maior economia global. A poluição emitida pelo uso do carvão na produção de eletricidade trouxe, contudo, custos bastante elevados para o ambiente e a saúde pública, sendo a China atualmente o maior poluidor mundial. Recentemente, o Governo chinês parece querer inverter este rumo. Esta semana, foi anunciado o cancelamento dos planos para a construção de 104 novas centrais a carvão em território chinês, num total de 120 GW de capacidade futura. Das 104 centrais previstas, 47 estão já em construção, sobretudo no norte e oeste da China. O custo combinado do cancelamento destas centrais estima-se em 30 mil milhões de dólares. A China está agora mais próxima de atingir o objetivo de limitar a sua capacidade total de produção de energia a partir do carvão para 1.100 GW até 2020, o que, aliado à forte e rápida expansão das energias renováveis, ajudará o país a atingir as ambiciosas metas climáticas assumidas no Acordo de Paris (que ratificou historicamente em simultâneo com os EUA). Portugal: Carvão ainda integra o mix energético nacional Portugal possui apenas duas centrais a carvão (Sines e Pego), numa capacidade total instalada de 1820 MW. Em 2015, o carvão correspondeu a 12,5% do mix distribuído pela EDP Serviço Universal. No caso da Endesa, e para o mesmo ano, o carvão representou 42,67%. De referir ainda que, também em 2015, o carvão foi responsável por mais de 28% da eletricidade produzida em Portugal. Relativamente ao futuro do carvão em Portugal, a central do Pego (43,75% detida pela Endesa) termina o contrato com o Estado Português em 2021 e ainda não há perspetivas quanto ao seu encerramento definito, enquanto o contrato com a central de Sines termina em 2017 e a EDP já admitiu manter a central para além desta data. De referir que, já em 2014, a Central de Sines estava em 27º lugar do Top30 das centrais a carvão mais poluentes da Europa. Na sequência das declarações do Ministro do Ambiente em novembro de 2016, durante a COP22 em Marraquexe, Portugal assumiu como prioridade política o processo de deixar de utilizar o carvão como fonte de energia para produção de eletricidade. É ainda expectável que a produção de eletricidade seja totalmente renovável, sem recorrer ao carvão, antes de 2030. Quercus apela para o fim do carvão antes de 2030 Recentemente, a Quercus tem vindo a alertar para o fato de Portugal nos últimos anos ter aumentado a utilização das centrais a carvão devido ao preço acessível deste combustível no mercado internacional, conjugado com o preço reduzido das licenças de emissão de carbono. Como consequência desta intensificação do uso do carvão, as emissões do setor elétrico não caíram tanto quanto poderiam na sequência do enorme investimento em energias renováveis. A Quercus considera que Portugal não deve prolongar o tempo útil de vida das centrais do Pego e de Sines, cujo fim está previsto para o início da próxima década. O seu encerramento deverá proporcionar um equilíbrio de condições para complementar a produção de eletricidade renovável com as centrais de ciclo combinado a gás natural, que apresentam um melhor desempenho ambiental e que têm estado praticamente paradas. Portugal deve concentrar os seus esforços na forma como fará a transição para fontes de energia mais limpas, afastando-se do carvão. Se o nosso país (e a União Europeia) pretendem, de facto, honrar seriamente os compromissos climáticos assumidos, investindo na transformação do setor de energia e na descarbonização da economia, é fundamental a eliminação do carvão do mix energético nacional. Lisboa, 18 de janeiro de 2017 A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Há 10 anos a informar os consumidores portugueses   Numa altura em que comemora 10 anos de existência, o projeto Topten.pt – um dos mais duradouros entre os desenvolvidos pela Quercus – volta a disponibilizar a informação mais atualizada do mercado português no que respeita à eficiência energética.   Na ferramenta online www.topten.pt, podem ser consultadas 14...
Após a China anunciar o cancelamento de 100 novas centrais a carvão   Na semana em que a China anuncia o cancelamento de 104 novas centrais a carvão, planeadas ou já em construção, e um reforço do investimento em energias renováveis, a Quercus apela novamente para o fim do uso do carvão antes de 2030...
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